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Tenho pensado tanto em ti,
sinto um buraco no peito,
será que... será que...será que...
É tão difícil,
tão estranho.
Como é possivel ?
Anos,
dias,
tantas vivências.
Como é possivel?!
Meu Deus,
Como ainda me afetas tanto?!
Meu Deus,
como ainda te recordo tão bem.
Só queria esquecer,
mas são as saudades que falam mais alto,
são as saudades de te olhar nos olhos,
enquanto me fazias tremer.
Deixei de me questionar,
a razão de não me quererem,
ignorarem,
e sem explicação desaparecerem.
Muitas vezes culpei-me,
hoje sei,
que certamente não eram para mim.
Provavelmente foi livramento,
para ambos até.
Sinto-me a resistir,
a um vício doentio por anos,
dia a dia penso,
desejo,
ressaco,
mas vou-me curar,
a todo o custo.
Preciso repor treinos e alimentação,
preciso de me voltar a sentir bem,
olhar ao espelho e ter orgulho,
no meu esforço e ver a minha forma,
no seu melhor a cada dia.
Quero voltar a ser eu,
ainda não estou a 100%,
recuperei, de quem era,
quem inspirava e hoje é inspirada.
Quero dar-me a quem me quiser,
saber que a alma, assim como o corpo,
não vai agradar a todos,
mas se eu me sentir Bem,
tudo é acrescento,
e quem não permanecer,
é livramento.
Há alguns anos,
Cozinharam-me a ideia mental,
De um trio fazer,
Não foi com essa pessoa,
Mas resolvi, sem ela, o viver.
Um desconhecido,
Outro uma e outra vez,
já tinha fodido,
O trio aconteceu.
Nervos iniciais,
Mas foi tirar a roupa,
E fomos verdadeiros,
Dominadores de posições,
A meu ver, geniais.
Visualmente inacreditáveis,
Não esperadas,
Nem imaginadas.
Gotas e gotas de suor,
Deixadas pelo chão,
E pela coberta do sofá,
No fim, chuva de leite,
Disso não abri mão,
Temos de aproveitar,
O que a vida nos dá.
Seremos sempre julgados,
Sem comer morremos,
Sem sexo envelhecemos na estupidez,
De quem é mal fodido,
Uma vida inteira enganado,
De que adianta a pequenez,
Se nem para usufruir de si,
Ela vale.
Nem para usufruir do seu corpo,
Que pode estar casado,
Mas nunca morto.
Quatro tomates,
Dois pepinos,
Duas hortas à minha disposição,
Perdi na minha preferência de posição.
Beijos de cortar a respiração,
Palmadas que marcaram por semanas,
Sentir duas línguas,
Desde costas,rabo e mamas.
Senti-me rainha,
Sem ser preciso rei,
Senti-me livre,
Sem nenhuma lei.
Senti tesão,
Desejo ardente,
Meu corpo fervia,
Lubrificante era quente.
Com dedos ágeis,
E boas línguas,
Assim foi um momento memorável,
E vive-lo era improvável.
Entradas e saídas,
Uma e outra chupadela funda,
Como seria de esperar,
Acabei imunda.
Realizado este,
Só quero o próximo,
Não me julguem por gostar,
Façam por desfrutar.
Vivemos apenas uma vez,
Não podemos desperdiçar,
A dez, a dois ou a três,
A sensações destas quero voltar.
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